Como se já não bastassem as centenas de problemas que atormentam a vida dos paulistanos, agora ainda mais um, se acrescentou á esta enorme lista de aborrecimentos.
Nem sair á noite para jantar com a família ou com amigos, o sofrido cidadão paulistano pode, se não quiser ver seu jantar se transformar num tremendo susto.
A onda de arrastões em restaurantes e lanchonetes, vem aumentando á cada semana.
Neste final de semana, mais um restaurante e mais uma lanchonete foram as vítimas da vez.
Mas será possível, que nem festejar o dia dos pais com a família, o cidadão pode fazer em paz? Isso é o fim do mundo!
Câmeras de segurança filmam o arrastão mostrando a ação dos bandidos, que ainda roubam carros estacionados na porta do restaurante e nada se faz para detê-los.
Parece que a Secretaria da Segurança está dormindo, pois até agora nada se fez de concreto á respeito desses arrastões.
Os clientes estão sumindo e os proprietários desses restaurantes não têm mais á quem apelar, enquanto os prejuízos crescem á cada semana.
São Paulo está se tornando uma cidade sem lei e sem Deus.
Penso que só existe uma culpada em tudo isso. É a lei penal brasileira, que mais parece uma mãe.
São tantas leis protegendo os bandidos, que a coisa fica mesmo assim incontrolável, aumentando cada vez mais a insegurança do cidadão de bem.
Se a polícia prende a fiança liberta,se estão cumprindo pena, a lei permite que saiam para o Natal, ou qualquer outra festa com a família, quando maioria desses bandidos não retorna ao presídio.
Isso sem falar em outros benefícios, como o Habeas Corpus, redução de pena, sala especial para formados e outros mais.
Se a polícia age com um pouca mais de rigor, a lei e os Direitos Humanos, cobram o abuso cometido e ainda há a Pastoral Carcerária, que não se lembra da vítima e toma as dores do prisioneiro.
A coisa está ficando de um jeito, que não tem mais jeito.A impunidade é tão evidente, que estimula outros bandidos.
O preso precisa tomar banho de sol e se num motim resolve queimar os colchões, não tem problema, pois no dia seguinte, terá outro colchão novo, até que decida queimá-lo novamente.
Enquanto isso, as vítimas e suas famílias ficam cada vez mais assustadas, desamparadas e revoltadas.
No Islamismo, corta-se o braço do ladrão.
Não quero que cheguemos á tal extremo, mas acho que está faltando um pouco mais de rigor ás nossas leis.
Que o criminoso sinta o peso de seu erro, que trabalhe para pagar a comida que come e que durma no chão, quando queimar seu colchão, e nada de indulto de Natal, visita íntima e redução de pena.
Quem sabe se assim o cidadão de bem, possa pelo menos sair para jantar em paz com sua família, sem medo de que seu jantar se torne um jantar arrastado.
Beijos da Vovó Lleches.
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