Todos nós somos mestres em julgar, principalmente quando é o outro que está no banco dos réus.
O auto julgamento não é uma de nossas especialidades, somos muito complacentes conosco mesmos.
Há uma regra tripé que reza: ver, julgar e agir, mas nós a ignoramos por completo e fazemos tudo á nossa maneira.
Primeiro julgamos, depois agimos e por último vemos os fatos.
Por conta dessa nossa inconsequência, muitas injustiças são cometidas e via de regra, quase sempre erramos no julgamento.
É de nosso feitio tomar partido de um lado, sem conhecer o outro e somos sempre levados pelas aparências.
Seja num fato público, no trabalho ou na família, sempre temos uma opinião formada, muitas vezes construída sem o conhecimento total da coisa.
Gostamos muito de opinar e de dar palpites, que nem sempre ajudam á solucionar o problema.
Bom seria, se seguíssemos a regra e se não fôssemos tão radicais, quando a pimenta não arde em nossos olhos.
Uma boa medida seria deixarmos o bom senso agir e não sermos tão críticos em relação aos outros.
Amanhã poderemos ser nós á sentarmos no banco dos réus e certamente gostaríamos que nossas atitudes fossem compreendidas e aceitas.
Assim sendo, não deveríamos desobedecer ao tripé ver julgar e agir. Como dizem por aí, não deveríamos fugir á regra.
Beijos da Vovó Lleches
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